Arte como Caminho: práticas transformadoras

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Descobri que tenho muitos pré-conceitos. Em todos os sentidos, com coisas, pessoas, sentimentos, imagens, etc. E comecei a tentar ver tudo com novos olhos. Mas não é tão fácil quanto parece. Como vemos muito bem na hora de desenhar.

Patrícia Stavis

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As aulas em si acabaram servindo como catalisadoras para vários processos de reflexão (e descobertas), o que certamente é favorecido pelo ambiente "meditativo" associado aos vários estímulos sensoriais, motores, intelectuais....

Cassiano Bellon

Através do desenho, sinto ampliar meu repertório de desafios com o experimento da pintura cega que para mim foi uma grande descoberta de meditação ativa e libertação de padrões pré estabelecidos dos meus resultado, me dando mais confiança para começar algo em branco e tirando o medo de errar e apenas experimentar. Como bailarina profissional, trabalho intensamente e profundamente meu corpo a anos e tenho um padrão bastante estabelecido de corpo e performances de resultados. Gosto de lugares e novas experiências que tragam experiências de interiorização para o movimento.

Busco essa expansão de consciência através da prática de yoga, ashtanga vinyasa, e meditação.  A parte corporal da aula baseada na técnica de aikidô me traz outra consciência de linguagem e também de relaxamento.

A liberdade alcançada no corpo através do novo olhar e consciência tem sido muito prazeirosa e inspiradora para meu trabalho e também na minha vida.

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Victoria Oggiam

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Eu consegui conceber o quanto os corpos estão interligando e influenciando um ao outro. Sentir e não só saber. Percebi que sinto muitas dores e que nada fazia para ajudar meu corpo físico. Aprendi a respirar no local que esta doendo.

Sinto que meus corpos estão em harmonia e sinto que isso tem ajudado a desenroscar questões que antes pareciam impossíveis de serem resolvidas. Tenho sentido mais leveza na vida.

Minha relação com os outros e com o mundo mudou para melhor. Tenho estado mais alerta para perceber a beleza e versatilidade nas coisas e dado menos importância a "problemas de primeiro mundo". É como se estivesse ficando mais sensíveis a estímulos bons.

 

Karla Abbe

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